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	<title>Vídeos &#8211; Health Talks</title>
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	<title>Vídeos &#8211; Health Talks</title>
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		<title>O papel fundamental da Imagiologia no apoio à decisão do cardiologista clínico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 16:23:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi chairperson em várias sessões dedicadas à Imagiologia e, por isso, o Cardio Talks pediu ao Prof. Doutor Nuno Cardim para fazer uma análise a este tópico que esteve em destaque no ESC 2019. O coordenador da Unidade de Imagiologia Cardíaca e do Laboratório de Ecocardiografia do Hospital da Luz considerou que a qualidade das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2426" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/3d3b7d5d68132cc424920deb43e754bb-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Foi <em>chairperson</em> em várias sessões dedicadas à Imagiologia e, por isso, o Cardio Talks pediu ao <strong>Prof. Doutor Nuno Cardim</strong> para fazer uma análise a este tópico que esteve em destaque no ESC 2019. O coordenador da Unidade de Imagiologia Cardíaca e do Laboratório de Ecocardiografia do Hospital da Luz considerou que a qualidade das apresentações mostra que “a Imagiologia cardíaca continua em grande forma”. Assista às declarações em vídeo.</p>
<p><span id="more-2427"></span></p>
<p>“Cardiac imaging in the athlete: the fine line between physiology and pathology”, “Blockbusters from the Young ‑ Role of imaging in patients with left ventricular hypertrophy” e “Expert Advice ‑ Cardiac imaging for risk stratification” foram as sessões que contaram com a presença do Prof. Doutor Nuno Cardim, enquanto <em>chairperson</em>. Para o cardiologista, o facto de existirem inúmeras sessões dedicadas a este assunto é demonstrativo de que “a imagem ajuda o cardiologista clínico a resolver muitas das suas dúvidas”, em todo o espetro de doenças cardíacas.</p>
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		<title>O que dizem as novas guidelines europeias de embolia pulmonar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 13:15:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Prof. Doutor Rui Baptista partilhou com a equipa do Cardio Talks a sua opinião acerca das novas guidelines de embolia pulmonar, divulgadas pela primeira vez durante o ESC 2019, realçando a importância de estas permitirem “uma nova discussão das opções terapêuticas”. O cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra começa por explicar que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2422" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/d4ae67bb81032f6add66be1c1df07be9-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>O <strong>Prof. Doutor Rui Baptista</strong> partilhou com a equipa do Cardio Talks a sua opinião acerca das novas<em> guidelines</em> de embolia pulmonar, divulgadas pela primeira vez durante o ESC 2019, realçando a importância de estas permitirem “uma nova discussão das opções terapêuticas”. O cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra começa por explicar que este é um documento de grande relevância, por se debruçar sobre uma das patologias cardiovasculares mais frequentes na sociedade, responsável por uma elevada mortalidade intra-hospitalar. Assista à entrevista em vídeo.</p>
<p><span id="more-2423"></span></p>
<p>“As novas recomendações seguem o formato semelhante às anteriores, mas encontram-se, na minha opinião, substancialmente melhor organizadas e com um articular também bastante mais claro”, refere o especialista, salientando que existe agora “uma definição muito mais clara do que é a instabilidade hemodinâmica” e do que se deve utilizar para estratificar o risco dos doentes quando existe um diagnóstico de embolia pulmonar.</p>
<p>O Prof. Doutor Rui Baptista destaca ainda uma secção das guidelines “bastante útil e muito bem organizada” que reflete os últimos ensaios publicados no NEJM sobre o diagnóstico da embolia pulmonar nas grávidas. Este é um ponto que, segundo o cardiologista, é uma das principais causas de morte materna neste contexto, o que lhe concede uma enorme importância.</p>
<p>No que toca às recomendações sobre anticoagulantes, o novo documento esclarece o tipo de fármaco a ser utilizado no tratamento e profilaxia de eventos, sendo o ponto onde existem uma maior quantidade de novas evidências. “As recomendações clarificam neste momento grupos de exclusão para os novos anticoagulantes, nomeadamente no contexto da síndrome antifosfolipídica”, refere.</p>
<p>O especialista conclui a conversa enaltecendo a importância das <em>guidelines</em> no que diz respeito à utilização dos novos anticoagulantes a utilizar no contexto do cancro, realçando também o capítulo sobre a identificação de doentes com “uma forma grave e crónica de hipertensão pulmonar tromboembólica crónica”.</p>
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		<title>Prof. Doutor Lino Gonçalves galardoado no ESC 2019: “Uma distinção de toda a Cardiologia portuguesa”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 12:28:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Distinguido pela segunda vez com a Medalha de Prata da European Society of Cardiology (ESC), o Prof. Doutor Lino Gonçalves, professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), conversou com o Cardio Talks sobre o prémio, que considera “uma honra e uma distinção” não apenas sua, “mas de toda a comunidade da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2420" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/556202461533c16857a46ed5bfb7c21c-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Distinguido pela segunda vez com a Medalha de Prata da <em>European Society of Cardiology</em> (ESC), o <strong>Prof. Doutor Lino Gonçalves</strong>, professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), conversou com o Cardio Talks sobre o prémio, que considera “uma honra e uma distinção” não apenas sua, “mas de toda a comunidade da Cardiologia portuguesa, uma vez que transmite a mensagem de que esta área em Portugal pode ser competitiva e afirmativa em termos internacionais”. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2421"></span></p>
<p>“É bastante importante para os mais jovens saber que nós, estando em Portugal, podemos ser competitivos”, afirmou o Prof. Doutor Lino Gonçalves, acrescentando, no entanto, que é essencial continuar a trabalhar, pela possibilidade de “alcançar mais e melhor”.</p>
<p>Sendo esta a segunda vez que o profissional de saúde é galardoado com a Medalha de Prata da ESC, o Prof. Doutor Lino Gonçalves justifica a distinção com um percurso profissional que conta com muito trabalho e dedicação: O facto de ser agraciado pela segunda vez com a Medalha de Prata reflete 17 anos de trabalho que tenho na ESC”.</p>
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		<title>Recomendações europeias colocam os NOAC como primeira opção no tratamento do tromboembolismo venoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 09:50:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Penso que o mais importante sobre os novos anticoagulantes orais é que, atualmente, são os fármacos estabelecidos para o tratamento, na generalidade, de todos os doentes com tromboembolismo venoso”, afirmou o Prof. Doutor Stavros Konstantinides, quando questionado pelo Cardio Talks sobre as principais mensagens da sua apresentação, subordinada ao tema “How NOACs changed the practice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2416" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/3dcbd8056f504532259e733a4b9e2ae3-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>“Penso que o mais importante sobre os novos anticoagulantes orais é que, atualmente, são os fármacos estabelecidos para o tratamento, na generalidade, de todos os doentes com tromboembolismo venoso”, afirmou o <strong>Prof. Doutor Stavros Konstantinides</strong>, quando questionado pelo Cardio Talks sobre as principais mensagens da sua apresentação, subordinada ao tema “How NOACs changed the practice in cancer-associated thrombosis”, inserida no programa do simpósio satélite promovido pela Bayer, intitulado “NOACs in Cancer Associated Thrombosis: Managing Anticoagulation in Cancer Patients in Clinical Practice”. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-2417"></span></p>
<p>De acordo com o diretor do <em>Centre for Thrombosis and Hemostasis</em> (Universidade de Mainz, Alemanha), os NOAC foram estabelecidos pelas <em>guidelines</em> europeias como primeira escolha em doentes com tromboembolismo venoso, em detrimento dos antagonistas da vitamina K. “E isto, particularmente, em doentes com cancro, como ficou bastante claro ao longo das apresentações e da discussão durante o simpósio”, acrescentou o especialista.</p>
<p>Segundo o Prof. Doutor Stavros Konstantinides, atualmente, existem dados de que os NOAC “são tão ou mais eficazes que as heparinas de baixo peso molecular, na prevenção da recorrência de eventos tromboembólicos”. <br />Por outro lado, os NOAC são também seguros, mas há que ter cuidado, porque “existem alguns tipos de cancro, como gastrointestinais e de bexiga”, que aumentam o risco de hemorragia nestes doentes. “Além disso, são melhor tolerados do que uma injeção diária, ou seja, os doentes aceitam melhor o tratamento com um anticoagulante”, completa.</p>
<p>No final, o Prof. Doutor Stavros Konstantinides destacou ainda os cuidados a ter quando se seguem doentes com cancro, de acordo com a sua própria experiência: “Acima de tudo, nunca tomem uma decisão sozinhos, falem com o oncologista que segue o doente e discutam em conjunto qual o melhor tratamento e as comorbilidades desse doente, de forma a ser tomada a melhor decisão terapêutica para o doente”.</p>
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		<title>Diabetes e pré-diabetes na síndrome coronária aguda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 08:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Dr.ª Carolina Saleiro, interna de 2.º ano de Cardiologia no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) esteve presente no ESC 2019 e levou a sua investigação, em formato póster, subordinado ao tema diabetes e pré-diabetes na síndrome coronária aguda. A médica conversou com o Cardio Talks e resumiu as guidelines principais do seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2414" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/ba0166c7a50d96eb270097f3f911e08a-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>A <strong>Dr.ª Carolina Saleiro</strong>, interna de 2.º ano de Cardiologia no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) esteve presente no ESC 2019 e levou a sua investigação, em formato póster, subordinado ao tema diabetes e pré-diabetes na síndrome coronária aguda. A médica conversou com o Cardio Talks e resumiu as <em>guidelines</em> principais do seu trabalho.</p>
<p><span id="more-2415"></span></p>
<p>A Dr.ª Carolina Saleiro começa por explicar que foi conduzido por si e pela restante equipa de investigação um trabalho retrospetivo em que foram incluídos todos os doentes diagnosticados com síndrome coronária aguda sem supra de ST que foram admitidos na unidade do CHUC. De seguida, formara-se dois grupos distintos: o primeiro grupo reuniu 229 doentes pré diabéticos e o segundo, 123 doentes de pessoas com diabetes bem controlados, com uma média de idades de 70 anos.</p>
<p>“Tentámos ver qual o impacto deste diagnóstico na mortalidade a longo termo num folow-up médio de 48 meses”, explica a jovem interna. Os dois grupos não apresentaram diferenças nas características demográficas ou fatores de risco cardiovasculares”, acrescenta.</p>
<p>Foi descoberto que o grupo de diabéticos bem controlados apresentava uma maior prevalência de doença renal crónica, um índice de massa corporal (IMC) mais elevado e era mais hipertenso. Além disso, a médica refere que metade dos doentes pré-diabéticos controlados já tinham doença coronária previamente conhecida.</p>
<p>“Quando analisámos as curvas de sobrevivência, vemos que não há uma diferença significativa entre os dois grupos, apesar de se verificar uma tendência para diminuição da sobrevida no grupo diabéticos bem controlados, porém essa diferença não foi estatisticamente significativa para o grupo dos pré-diabéticos”, refere a Dr.ª Carolina Saleiro. Por esse motivo, foi criado um modelo multivariado para tentar perceber quais as características inerentes a esse grupo que podiam predizer a mortalidade”. Foi concluído que “a idade, o compromisso severo a moderado da função ventricular e também a troponina pico são os principais preditores de mortalidade a longo prazo e que, quer diabetes bem controlados, quer pré-diabetes não tem impacto na sobrevida”, conclui a médica.</p>
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		<title>Incidência do AVC no MitraClip: uma revisão sistemática e meta-análise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 07:33:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A aluna do 5.º ano do mestrado integrado em Medicina da Faculdade de Coimbra, Dr.ª Patrícia Barros da Silva, apresentou no ESC 2019 uma meta-análise sobre a incidência do AVC no MitraClip. “Is stroke an issue after transcatheter mitral valve repair? A systematic review and meta‑analysis” foi o título da preleção e, numa entrevista ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2412" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/4a071c64184f6ed127d1b90fcde1a863-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>A aluna do 5.º ano do mestrado integrado em Medicina da Faculdade de Coimbra, <strong>Dr.ª Patrícia Barros da Silva</strong>, apresentou no ESC 2019 uma meta-análise sobre a incidência do AVC no MitraClip. “Is stroke an issue after transcatheter mitral valve repair? A systematic review and meta‑analysis” foi o título da preleção e, numa entrevista ao Cardio Talks, a jovem efetuou um balanço dos resultados da investigação. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2413"></span></p>
<p>Patrícia Barros da Silva começa por referir que o trabalho por si desenvolvido teve como objetivo efetuar uma meta-análise sobre a incidência do AVC no MitraClip – “um procedimento de Cardiologia de intervenção em doentes com insuficiência mitral severa que não têm indicação para cirurgia”, explica. “A meta-análise, no fundo, foi recolher vários estudos, tanto observacionais, como de ensaios clínicos randomizados e estudar a incidência do AVC”, acrescenta.</p>
<p>Quanto aos resultados, a jovem refere que com a meta-análise normal, a incidência do AVC é menor no MitraClip, mas sem significância estatística”. Nesse sentido, efeuou-se uma análise cumulativa que, como explica, “permitiu chegar a estes resultados já com significância estatística porque aumenta o N da amostra do estudo”.</p>
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		<title>Fibrilhação auricular: ablação tardia de taquicardia AV como fator de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 18:12:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Dr.ª Marta Fonseca, interna do 4.º ano de Cardiologia do Hospital de Setúbal, levou à edição de 2019 do ESC um trabalho sobre a ablação tardia da taquicardia AV como um fator de risco para o desenvolvimento no futuro de fibrilhação auricular. A médica apresentou as ideias chave contidas no póster exposto no quarto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2410" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/6ddb2450462828abf9aabc88d6bfb7fe-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>A <strong>Dr.ª Marta Fonseca</strong>, interna do 4.º ano de Cardiologia do Hospital de Setúbal, levou à edição de 2019 do ESC um trabalho sobre a ablação tardia da taquicardia AV como um fator de risco para o desenvolvimento no futuro de fibrilhação auricular. A médica apresentou as ideias chave contidas no póster exposto no quarto dia de Congresso.</p>
<p><span id="more-2411"></span></p>
<p>A ablação de taquicardia AV é o tipo mais comum de taquicardia supraventricular. A Dr.ª Marta Fonseca explica que “muitos doentes, sobretudos mulheres jovens, queixam-se de sintomas, principalmente de palpitações, antes de uma documentação eletrocardiográfica”.</p>
<p>O que não se sabe, segundo a médica, é se “o efeito recorrente dessas taquicardias sobre a estrutura e a função auricular esquerda pode, no futuro, dar origem a fibrilhação auricular (FA) se atrasarmos muito o procedimento de ablação por reentrada AV”. Nesse sentido, foram avaliados doentes submetidos a ablação taquicardia de reentrada AV entre os anos de 2009 e 2016.</p>
<p>No <em>follow-up</em>, segundo a interna, foi determinada a ocorrência de episódios de FA e a idade em que decorreu esse primeiro episódio. O estudo envolveu uma amostra de 139 doentes.</p>
<p>De acordo com a Dr.ª Marta Fonseca, os resultados mostram que, na população analisada, “a ocorrência de FA&nbsp; durante o <em>follow-up</em> esteve associada ao atraso na ablação de reentrada AV”. A médica conclui que “estes achados sugerem que maior exposição auricular a episódios recorrentes de entrada AV poderá levar a alterações estruturais e funcionais da aurícula esquerda e, portanto, podem levar à ocorrência de FA”.</p>
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		<item>
		<title>Enfarte agudo do miocárdio: quais os custos indiretos associados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 16:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESC 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[enfarte agudo do miocardio]]></category>
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					<description><![CDATA[Que custos indiretos estão associados ao enfarte agudo do miocárdio foi a pergunta que motivou o trabalho levado a cabo pela Prof.ª Doutora Ana Teresa Timóteo, cardiologista no Hospital de Santa Marta, e cujos resultados foram apresentados, em forma de póster, No ESC 2019. O Cardio Talks falou com a especialista que conversou sobre as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2408" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/58b053c805beeea9e04dde1724076741-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Que custos indiretos estão associados ao enfarte agudo do miocárdio foi a pergunta que motivou o trabalho levado a cabo pela <strong>Prof.ª Doutora Ana Teresa Timóteo</strong>, cardiologista no Hospital de Santa Marta, e cujos resultados foram apresentados, em forma de póster, No ESC 2019. O Cardio Talks falou com a especialista que conversou sobre as principais conclusões retiradas. Veja o vídeo.</p>
<p><span id="more-2409"></span></p>
<p>“Indirect costs of acute myocardial infarction in Portugal” foi o título que deu forma ao trabalho da Prof.ª Doutora Ana Teresa Timóteo. Segundo a especialista foram recolhidos dados dos doentes com menos de 66 anos, idade oficial de reforma em Portugal, no decorrer no ano de 2017, explicou a investigadora. De seguida, foi efetuada uma análise dos custos indiretos associados, “portanto, as ausências no trabalho relacionadas diretamente com os enfartes”, explica.</p>
<p>“Obtivemos na nossa análise, a partir de dados nacionais, um valor médio do custo do trabalho de cerca de 1.800 euros por mês e constatámos que, a mediana de dias referente à ausência de trabalho após o enfarte foi de 34”. Além de outras conclusões, a médica releva que se verificaram custos diferentes para o enfarte com supra e sem supra ST.</p>
<p>A médica prossegue e refere que foram utilizados dados do Registo Nacional de Síndromes Coronárias Agudas para se estimar “a percentagem que tivemos de enfarte com supra e sem supra”. Esses dados foram extrapolados para a realidade nacional e foi possível apurar que “em Portugal, no primeiro ano após o enfarte, os custos indiretos foram de 10 milhões de euros”, conclui.</p>
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		<title>Incidência de hipertensão pulmonar em crianças submetidas a correção cirúrgica da coartação da aorta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 15:46:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ESC 2019]]></category>
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		<category><![CDATA[esc congress]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensao pulmonar]]></category>
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					<description><![CDATA[A Dr.ª Ana Filipa Ferreira voltou a marcar presença no ESC Congress, desta vez para apresentar os resultados da sua tese de mestrado, cujo principal objetivo foi avaliar o aumento de incidência de hipertensão pulmonar comparativamente à hipertensão arterial sistémica, em crianças submetidas a correção cirúrgica da coartação da aorta. A aluna do Programa Doutoral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2406" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/3b77d3f73b59742412f393cd0d264b14-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>A <strong>Dr.ª Ana Filipa Ferreira</strong> voltou a marcar presença no <em>ESC Congress</em>, desta vez para apresentar os resultados da sua tese de mestrado, cujo principal objetivo foi avaliar o aumento de incidência de hipertensão pulmonar comparativamente à hipertensão arterial sistémica, em crianças submetidas a correção cirúrgica da coartação da aorta. A aluna do Programa Doutoral de Ciências Cardiovasculares da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto partilhou com o Cardio Talks os principais resultados e conclusões desta investigação. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2407"></span></p>
<p>De acordo com a Dr.ª Ana Filipa Ferreira, foram incluídas neste estudo “38 crianças submetidas a cirurgia cardíaca até ao primeiro ano de vida”, sem qualquer outra malformação congénita major associada.</p>
<p>As crianças foram avaliadas após 11 anos desde a cirurgia cardíaca e verificou-se que “apesar da hipertensão pulmonar ser a complicação mais comum neste tipo de patologia, também as artérias pulmonares são afetadas, no contexto da arteriopatia difusa que está enquadrado na coartação da aorta”. Por isso, tal como a aluna do Programa Doutoral de Ciências Cardiovasculares da FMUP indicou, além da hipertensão pulmonar – mesmo que ligeira – observaram-se, igualmente, “discretas alterações da função sistólica e diastólica do ventrículo direito”, que poderão ser “uma consequência da hipertensão pulmonar” que, ao longo do tempo, “tem tendência a agravar-se”.</p>
<p>“Acreditamos também que nesta patologia, a diminuição da função do ventrículo direito poderá constituir um fator de prognóstico nesta população, bem como na hipertensão pulmonar”, concluiu a autora do póster intitulado “Pulmonary hypertension incidence is higher than systemic arterial hypertension in children after aortic coarctation repair”.</p>
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		<title>“Estamos a progredir, mas queremos ir muito mais longe e há muita coisa a fazer”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 15:38:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Prof. Doutor Victor Gil esteve presente na sessão especial &#8220;Heart Failure — The Big Picture&#8221;, organizada pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), e no final conversou com o Cardio Talks sobre os dados apresentados relativamente ao panorama nacional na insuficiência cardíaca, em comparação com o resto da Europa. Destaque ainda para aqueles que, na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2404" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/218fa54275e0e31c37b4e5091d9112ba-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left;">O <strong>Prof. Doutor Victor Gil</strong> esteve presente na sessão especial &#8220;Heart Failure — The Big Picture&#8221;, organizada pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), e no final conversou com o Cardio Talks sobre os dados apresentados relativamente ao panorama nacional na insuficiência cardíaca, em comparação com o resto da Europa. Destaque ainda para aqueles que, na opinião do atual presidente da SPC, foram os pontos altos do ESC 2019. Assista ao vídeo.&nbsp;</p>
<p><span id="more-2405"></span></p>
<p>Questionado acerca do panorama da insuficiência cardíaca quando comparado com os restantes países da Europa, o Prof. Doutor Victor Gil refere que, apesar de tudo, “não estamos tão mal”. No entanto, não deixa de alertar para o facto de serem necessárias melhorias, essencialmente, no que diz respeito ao ponto de vista organizativo. Ainda assim, “é agradável ver que, em comparação com a Europa, parece que as mortalidades nos internamentos são menores&#8221;. &#8220;Estamos a progredir, mas queremos ir muito mais longe e há muita coisa a fazer”, refere o presidente da SPC.</p>
<p>Relativamente aos pontos altos da edição de 2019 do ESC, o Prof. Doutor Victor Gil salienta, entre outros, a apresentação das novas <em>guidelines</em>, atribuindo especial destaque às de dislipidemias &#8220;com alvo nos doentes de risco, a serem colocados mais em baixo, o que implica novos desafios, maior agressividade no tratamento nesses doentes”. No que respeita a estudos clínicos, o médico refere que “a grande novidade, e que abre realmente novas portas para o futuro, são os resultados extraordinários dos inibidores da SGLT-2, inicialmente entendidos como antidiabéticos e que, afinal, têm resultados extraordinários na insuficiência cardíaca com função sistólica reservada, mesmo nos doentes não diabéticos”.</p>
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		<title>A insuficiência cardíaca em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 14:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Organizada pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), a sessão &#8220;Heart Failure ‑ The &#8216;Big Picture'&#8221; contou com a participação de um painel de especialistas nacionais para evidenciar o panorama da insuficiência cardíaca em Portugal.&#160;“Registry and survey information on heart failure in Portugal” foi o título da preleção da&#160;Dr.ª Brenda Moura,&#160;cardiologista no Hospital das Forças Armadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2402" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/edab5e545cc8cf6a49faaa8a9ea6a3d0-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Organizada pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), a sessão &#8220;Heart Failure ‑ The &#8216;Big Picture'&#8221; contou com a participação de um painel de especialistas nacionais para evidenciar o panorama da insuficiência cardíaca em Portugal.&nbsp;“Registry and survey information on heart failure in Portugal” foi o título da preleção da&nbsp;<strong>Dr.ª Brenda Moura</strong>,&nbsp;cardiologista no Hospital das Forças Armadas (polo do Porto), que&nbsp;conversou com o Cardio Talks e resumiu alguns dos dados apresentados, destacando-os pela sua importância. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2403"></span></p>
<p>Para a sua apresentação, a Dr.ª Brenda Moura recorreu aos dados epidemiológicos do <em>HFA Atlas</em> e do&nbsp;<em>ESC-HFA Long-Term Heart Failure Registry</em>, dos quais foi possível extrair informações relevantes.</p>
<p>De acordo com a cardiologista, em Portugal já se aproveita a fase de internamento dos doentes para ser feita a otimização terapêutica.&nbsp;“Claramente, o número de doentes que fazem as terapêuticas que modificam o prognóstico à data de alta é muito superior ao dos doentes que efetua a terapêutica quando é internado”, refere a Dr.ª Brenda Moura.</p>
<p>Outro aspeto importante destacado pela especialista prende-se com o facto de se ter verificado, após análise dos dados supramencionados, que numa população de doentes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção abaixo dos 45%, &#8220;uma grande parte faz terapêutica, quer com IECA/ARA II, quer com beta-bloqueador&#8221;, assim como antagonistas dos recetores mineralocorticoides. A Dr.ª Brenda Moura sublinha ainda que &#8220;os doentes que estão subtratados são muito poucos”.</p>
<p>“Acho que, apesar de tudo, e relativamente à terapêutica crónica da insuficiência cardíaca, cumprimos muito bem as <em>guidelines</em> e aproveitamos um momento importante que é o internamento do doente a fim de otimizar a terapêutica”, conclui.</p>
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		<title>Abordagem terapêutica em doentes com hipertensão pulmonar tromboembólica crónica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 10:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[esc 2019]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensao pulmonar tromboembolica cronica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Dr.ª Sofia Alegria, interna do 5.º ano do Hospital Garcia de Orta, um dos centros de referência nacionais para o tratamento da hipertensão pulmonar, levou ao ESC 2019 um póster para apresentar um trabalho cujo intuito passou por identificar a abordagem terapêutica mais adequada em doentes com hipertensão pulmonar tromboembólica crónica. Assista ao vídeo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2400" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/09/8462850dbb62c4bd159ee1ad55df6950-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>A <strong>Dr.ª Sofia Alegria</strong>, interna do 5.º ano do Hospital Garcia de Orta, um dos centros de referência nacionais para o tratamento da hipertensão pulmonar, levou ao ESC 2019 um póster para apresentar um trabalho cujo intuito passou por identificar a abordagem terapêutica mais adequada em doentes com hipertensão pulmonar tromboembólica crónica. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-2401"></span></p>
<p>Em conversa com o Cardio Talks, a médica começa por explicar a metodologia aplicada para a execução do trabalho. “Quisemos fazer uma análise de todos os doentes tratados no nosso centro e comparar as diferentes estratégias de tratamento”. Para isso, foram identificados 58 doentes e estratificados em três grupos distintos, de acordo com a abordagem terapêutica aplicada: o primeiro grupo foi submetido a tromboendarterectomia pulmonar, aquilo que a médica descreve como “o tratamento <em>gold standard</em>”, um segundo grupo submetido a angioplastia pulmonar, “uma técnica que tem crescido na última década e que foi essencialmente desenvolvida pelos japoneses” e, por fim, um grupo submetido somente a terapêutica médica.</p>
<p>No que respeita aos resultados, verificaram-se várias diferenças, quer do ponto de vista da hemodinâmica, quer do ponto de vista funcional e também no que diz respeito à avaliação laboratorial.</p>
<p>A estratégia de tromboendarterectomia pulmonar juntamente com a terapêutica médica e a angioplastia pulmonar aplicada a doentes com hipertensão pulmonar residual, são mais eficazes quando comparadas com o grupo de doentes que foram submetidos apenas a terapêutica médica.</p>
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