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	<title>CPC 2018 &#8211; Health Talks</title>
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	<title>CPC 2018 &#8211; Health Talks</title>
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		<title>Flashes: CPC2018 ambiciona mais e melhores soluções para os doentes cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 15:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPC 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[De 28 a 30 de abril, o Congresso Português de Cardiologia 2018 (CPC2018) reuniu no Algarve a comunidade científica num ambiente que primou pela ambição de mais e melhores soluções para os doentes cardiovasculares, apontando como caminho a seguir uma abordagem multidisciplinar, na qual profissionais, saberes e experiências marcam a diferença. Reveja os melhores momentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2220" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/05/7e58113966c67085953dd45e2ed189c9-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">De 28 a 30 de abril, o Congresso Português de Cardiologia 2018 (CPC2018) reuniu no Algarve a comunidade científica num ambiente que primou pela ambição de mais e melhores soluções para os doentes cardiovasculares, apontando como caminho a seguir uma abordagem multidisciplinar, na qual profissionais, saberes e experiências marcam a diferença.</p>
<p><span id="more-2221"></span></p>
<p>Reveja os melhores momentos no Congresso na fotogaleria do Cardiotalks.</p>
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		<title>Rivaroxabano: uma opção terapêutica eficaz em diferentes tipos de doente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 15:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPC 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[bayer]]></category>
		<category><![CDATA[cpc2018]]></category>
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					<description><![CDATA[“Juntos chegamos mais longe”, foi o compromisso assumido pela Bayer durante o simpósio que promoveu no âmbito do Congresso Português de Cardiologia (CPC2018). Presidida pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Prof. Doutor João Morais, e intitulada “Rivaroxabano – O presente e o futuro da gestão antitrombótica”, a sessão contou com a presença de dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2218" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/05/935dbd09c0a7727e2143877810820513-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>“Juntos chegamos mais longe”, foi o compromisso assumido pela Bayer durante o simpósio que promoveu no âmbito do Congresso Português de Cardiologia (CPC2018). Presidida pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Prof. Doutor João Morais, e intitulada “Rivaroxabano – O presente e o futuro da gestão antitrombótica”, a sessão contou com a presença de dois especialistas internacionais para mostrar o impacto da utilização deste fármaco na protecção cardiovascular, nomeadamente nos doentes com fibrilhação auricular.</p>
<p><span id="more-2219"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O simpósio arrancou com a visualização de um vídeo que incluiu vários testemunhos, não só de sobreviventes de acidente vascular cerebral (AVC) e de enfarte miocárdio (EM), como também de cuidadores de doentes que sofrem eventos cardiovasculares, para deixar como nota final que todos os anos estas patologias “põem um ponto final em 17,7 milhões de vidas”, sendo que, “em Portugal, continuam a ser a principal causa de morte” e que “a maior parte destas doenças são preveníveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">O Prof. Dr. Salim Yusuf, anterior presidente da <i>World Heart Federation</i> reforçou a mensagem passada pelo vídeo, mostrando a necessidade de encontrar melhores estratégias terapêuticas e de prevenir os eventos cardiovasculares que tanto impacto têm nos doentes, nas suas famílias e na sociedade de forma geral.</p>
<h2><span style="font-size: 12pt;"><b><span style="color: windowtext;">Tratamento individualizado com rivaroxabano na fibrilhação auricular</span></b></span></h2>
<p style="text-align: justify;">A segunda palestra, “Patient centric approach to anticoagulation in AF”, foi realizada pelo Prof. Dr. Hendrik Bonnemeier, diretor adjunto do Departamento de Medicina Interna III – Cardiologia, Angiologia e Medicina Intensiva, no Universitätsklinikum Schleswig-Holstein (Alemanha). No arranque da sua apresentação o orador começou por mostrar o MOVE <i>cross-sectional study</i>, um estudo observacional do qual é primeiro autor, publicado em 2011, para realçar a dificuldade de gerir na prática clínica doentes com fibrilhação auricular (FA) dadas as características deste tipo de doentes. Uma vez que a incidência da FA é maior em doentes com idades superiores a 65 anos, há que ter em conta as comorbilidades, tais como, a hipertensão, a diabetes, a insuficiência cardíaca ou outras doentes vasculares, e a ocorrência de eventos isquémicos (AVC) prévios, assim como o risco de hemorragia intracraniana. “São muitos fatores de risco que devem ser tidos em conta aquando da seleção terapêutica”, afirmou o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">No seguimento da afirmação, o Prof. Dr. Hendrik Bonnemeier fez referência aos quatro principais estudos com os novos anticoagulantes orais (NOAC), o RE-LY com dabigatrano, o ARISTOTLE com apixabano, o ENGAGE AF com edoxabano e o ROCKET AF (Patel MR <i>et al.</i>, 2011) com rivaroxabano, para realçar que este último é o único que incluiu mais de 50% de doentes com <i>scores </i>CHADS<sub>2 </sub>superiores a 3 (média de 3,5). “Isto faz com que não possa haver comparações entre diferentes NOAC e os resultados dos respetivos estudos”, sublinhou o palestrante, ressalvando que, no entanto, todos os NOAC são recomendados pela Sociedade Europeia de Cardiologia (classe I, nível A) “quando a anticoagulação oral é iniciada num doente com FA”, em preferência a um antagonista da vitamina K.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a necessidade de redução de dose em casos específicos, o Prof. Dr. Hendrik Bonnemeier enalteceu que, tendo em conta os critérios para a redução de dose em estudos de fase III, o rivaroxabano é o único NOAC que tem um algoritmo de redução de dose (de 20 mg para 15 mg) com apenas um critério: uma <i>clearance </i>de creatina inferior a 50mL/min. Outros NOAC, como o edoxabano e o apixabano têm pelo menos três fatores para a redução de dose, entre as quais, a <i>clearance </i>de creatina, o peso corporal ou a idade. Já o dabigatrano é o único NOAC cuja redução de dose não foi analisada em estudos de fase III.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o especialista chamou a atenção para a necessidade de haver registos prospetivos de fase IV, uma vez que os dados dos ensaios clínicos são sempre condicionados pelos critérios de inclusão e os doentes que se observam na prática clínica podem não representar os doentes selecionados nesses estudos. Assim, o Prof. Dr. Hendrik Bonnemeier mencionou o programa de estudos XANTUS– de Kirchhof P <i>et al.</i>, publicado o ano passado. O estudo mostra que dos 11.121 doentes incluídos e em termos de <i>outcomes</i> de eficácia, 0,9% teve um episódio de embolismo sistémico fora do sistema nervoso central ou de AVC, e a taxa de mortalidade por todas as causas foi de 1,9%. Já no que diz respeito aos <i>outcomes </i>de segurança, 1,7% dos doentes sofreu hemorragia major, 0,4% teve hemorragia intracraniana e 0,7% hemorragia gastrointestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros dados que podem ser relevantes são os que se podem retirar dos registos retrospetivos (com recurso a bases de dados) e, por isso, o Prof. Dr. Hendrik Bonnemeier indicou uma análise de Nielsen PB <i>et al.</i> que englobou dados de três registos nacionais da Dinamarca sobre doentes (55.644) com FANV sob medicação com anticoagulantes orais pela primeira vez (NOAC em dose reduzida ou AVK). Neste trabalho publicado em 2017 observou-se, após um ano de <i>follow-up</i>, que apixabano na dose de 2,5 mg se associou a uma taxa mais elevada de AVC isquémico/embolismo sistémico (4,8%), em comparação com as doses reduzidas de dabigatrano (110 mg) e de rivaroxabano (15 mg), assim como de varfarina (3,3%, 3,5% e 3,7%, respetivamente).</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, para terminar, o especialista frisou que “se deve anticoagular o doente com FA, mas só depois de se selecionar o anticoagulante certo, na dose certa, para o doente certo, enquanto ser individual, de forma a que a anticoagulação funcione de forma eficaz e segura”.</p>
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		<title>“COMPASS vem trazer uma resposta que estávamos a precisar para alguns dos nossos doentes”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2018 15:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPC 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[cpc2018]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas palavras do Dr. Carlos Aguiar, cardiologista do Hospital de Santa Cruz, o estudo COMPASS “vem trazer uma resposta que estávamos a precisar para alguns dos nossos doentes”, demonstrando que juntar à Aspirina® uma baixa dose de rivaroxabano (2,5 mg), duas vezes ao dia, reduz significativamente os eventos trombóticos. Assista ao vídeo da entrevista. Dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nas palavras do <strong>Dr. Carlos Aguiar</strong>, cardiologista do Hospital de Santa Cruz, o estudo COMPASS “vem trazer uma resposta que estávamos a precisar para alguns dos nossos doentes”, demonstrando que juntar à Aspirina® uma baixa dose de rivaroxabano (2,5 mg), duas vezes ao dia, reduz significativamente os eventos trombóticos. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-2215"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Dentro dos doentes que careciam de uma maior resposta, o Dr. Carlos Aguiar destaca as “pessoas que têm doença de vários territórios arteriais, particularmente quando têm doença coronária e doença arterial periférica”, os indivíduos coronários que têm insuficiência renal, doentes com insuficiência cardíaca e “indivíduos que estão muito próximos de um evento cardiovascular”.</p>
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		<title>Importância da abordagem multidisciplinar e colaborativa do doente anticoagulado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2018 14:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qual a importância da abordagem multidisciplinar e colaborativa do doente anticoagulado foi a questão colocada ao Dr. Daniel Ferreira, cardiologista do Hospital da Luz Lisboa, no rescaldo do simpósio promovido pela Bayer no Congresso Português de Cardiologia (CPC 2018). O especialista realça que “a anticoagulação não é apenas para os cardiologistas fazerem, é para qualquer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Qual a importância da abordagem multidisciplinar e colaborativa do doente anticoagulado foi a questão colocada ao <strong>Dr. Daniel Ferreira</strong>, cardiologista do Hospital da Luz Lisboa, no rescaldo do simpósio promovido pela Bayer no Congresso Português de Cardiologia (CPC 2018). O especialista realça que “a anticoagulação não é apenas para os cardiologistas fazerem, é para qualquer médico que tenha um doente em risco de sofrer um fenómeno embólico”. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2214"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, o Dr. Daniel Ferreira defende que “todos os médicos devem conhecer bem os medicamentos anticoagulantes”, sabendo aplicar as doses corretas. Dentro desta classe terapêutica, o rivaroxabano “tem neste momento um conjunto de estudos muito robustos, que mostram eficácia em diversas patologias”.</p>
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