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	<title>esc 2018 &#8211; Health Talks</title>
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	<title>esc 2018 &#8211; Health Talks</title>
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		<title>Os momentos mais marcantes do ESC 2018 em imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 13:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 32 mil participantes disseram adeus ao Congresso da European Society of Cardiology, levando na bagagem novos conhecimentos e informação científica atualizada. Foram cinco dias de inúmeras sessões científicas, com a apresentação de vários estudos nas mais diversas áreas da Cardiologia e de cinco novas guidelines. Depois do&#160;regresso a casa, o Cardiotalks selecionou os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2296" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/09/7d0d25bfcaa1421c2931a4f0387462aa-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mais de 32 mil participantes disseram adeus ao Congresso da <em>European Society of Cardiology</em>, levando na bagagem novos conhecimentos e informação científica atualizada. Foram cinco dias de inúmeras sessões científicas, com a apresentação de vários estudos nas mais diversas áreas da Cardiologia e de cinco novas <em>guidelines</em>. Depois do&nbsp;regresso a casa, o Cardiotalks selecionou os instantes fotográficos que resumem o ambiente dinâmico e intenso vivido durante o ESC 2018. Recorde os melhores momentos do evento na nossa fotogaleria.&nbsp;</p>
<p><span id="more-2297"></span></p>
<p>{gallery}Best of ESC 2018{/gallery}</p>
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		<title>COMPASS e COMMANDER-HF: dois estudos, novos dados sobre rivaroxabano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 12:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESC 2018]]></category>
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					<description><![CDATA[À semelhança de outras edições, foram anunciados muitos avanços ao longo dos cinco dias de Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia. A aprovação da Comissão Europeia (CE) de rivaroxabano 2,5 mg duas vezes ao dia mais ácido acetilsalicílico em dose reduzida uma vez ao dia para a prevenção de eventos aterotrombóticos em doentes adultos com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2294" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/09/e4c07973dbc8eb2f7380bdedc4201087-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>À semelhança de outras edições, foram anunciados muitos avanços ao longo dos cinco dias de Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia. A aprovação da Comissão Europeia (CE) de rivaroxabano 2,5 mg duas vezes ao dia mais ácido acetilsalicílico em dose reduzida uma vez ao dia para a prevenção de eventos aterotrombóticos em doentes adultos com doença arterial coronária (CAD) ou doença arterial periférica (PAD) com risco elevado de eventos isquémicos foi uma das novidades partilhadas no ESC 2018. Os motivos que levaram a esta decisão da CE foram expostas em diferentes tipos de sessões. Por sua vez, na área da insuficiência cardíaca, foram apresentados os resultados do COMMANDER-HF, um estudo muito aguardado, cujos resultados trouxeram novas informações na abordagem a esta patologia cardíaca.</p>
<p><span id="more-2295"></span></p>
<p>No dia que antecedeu o arranque do ESC 2018, foi anunciado que a CE aprovou o regime de rivaroxabano 2,5 mg duas vezes ao dia mais ácido acetilsalicílico em dose reduzida uma vez ao dia para a prevenção de eventos aterotrombóticos em doentes adultos com doença arterial coronária (CAD) ou doença arterial periférica (PAD) com risco elevado de eventos isquémicos.&nbsp;Esta aprovação teve como base os dados provenientes do COMPASS, um estudo de fase III, que demonstrou que a dose vascular de rivaroxabano (2,5 mg duas vezes ao dias) mais aspirina (100 mg uma vez ao dia) reduziu o risco relativo de morte cardiovascular, AVC e enfarte do miocárdio em 24% (eventos cardiovasculares adversos major, MACE), versus a aspirina (100 mg uma vez ao dia) em monoterapia, nos doentes com CAD ou PAD.&nbsp;</p>
<p>Tal como mostrou o Prof. Dr. John Eikelboom, professor associado no Departamento de Medicina da Universidade McMaster (Hamilton, Canadá), durante o simpósio satélite “Setting the COMPASS into new directions”, a combinação de rivaroxabano com aspirina permitiu uma redução do risco relativo também em cada um dos componentes MACE: 22% na morte cardiovascular, 42% no risco de AVC e 14% no risco de enfarte.</p>
<p>O Prof. Dr. John Eikelboom referiu ainda que, no que respeita aos outcomes de segurança, apesar do risco hemorrágico ser superior para o regime de rivaroxabano mais aspirina, em comparação com a aspirina, os eventos hemorrágicos são maioritariamente gastrointestinais (GI) e “acontecem principalmente no primeiro ano de tratamento”.</p>
<p>No decorrer da sua apresentação intitulada “Improved Outcomes for Patients with Chronic CAD and PAD”, o docente destacou a associação entre a hemorragia GI e o cancro GI, sublinhando que a combinação de rivaroxabano com aspirina não aumenta a incidência de cancro, mas pode ajudar a “desmascarar” este tipo de neoplasias. Ou seja, na perspetiva do Prof. Dr. John Eikelboom, “com o aparecimento de hemorragia GI em doentes tratados com rivaroxabano mais aspirina, podemos mesmo vir a diagnosticar cancro GI mais precocemente”.</p>
<p>Estes dados foram igualmente aprofundados durante uma sessão Late-Breaking Science, na qual o especialista apresentou o tema “COMPASS trial – Bleeding and cancer risk in patients with vascular disease treated with rivaroxabano”, tendo evidenciado também uma relação entre a hemorragia genito-urinária (GU) e os tumores no trato GU.</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Novidades no tratamento da insuficiência cardíaca</strong></span></p>
<p>Os resultados do estudo COMMANDER HF (A Study to Assess the Effectiveness and Safety of Rivaroxaban in Reducing the Risk of Death, Myocardial Infarction or Stroke in Participants With Heart Failure and Coronary Artery Disease Following an Episode of Decompensated Heart Failure) foram divulgados durante o ESC 2018, em diferentes tipos de sessões.</p>
<p>“COMMANDER-HF: New Directions In The Management Of Thrombotic Risks In Patients With Heart Failure?” foi o tema central de um simpósio promovido pela Bayer AG que contou com a presença do Prof. Doutor Faiez Zannad, cardiologista e docente de terapêuticas e Cardiologia no Centro Hospitalar e Universitário de Nancy (França), para apresentar este estudo que incluiu 5022 doentes com IC crónica (após episódio de descompensação), fração de ejeção reduzida ≤ 40, CAD, mas sem fibrilhação auricular, randomizados para receberem rivaroxabano 2,5 mg duas vezes ao dia ou placebo, adicionalmente à terapêutica antiplaquetária, para se avaliar o impacto na redução das taxas de mortalidade e de eventos cardiovasculares (endpoint primário de eficácia composto por morte por qualquer causa, enfarte do miocárdio e AVC).</p>
<p>Após um período de follow-up de 21,1 meses, observou-se que o endpoint primário aconteceu em 25% dos doentes tratados com rivaroxabano e em 26,2% dos doentes tratados com placebo, o que se traduz numa diferença que não é estatisticamente significativa. Estes resultados. Assim, neste estudo concluiu-se que a dose reduzida de rivaroxabano, quando adicionado a uma terapêutica baseada nas guidelines, não traz melhorias na redução de eventos cardiovasculares e da mortalidade por todas as causas, nem influencia positivamente nas taxas de re-hospitalização por IC.</p>
<p>Apesar destes resultados, o estudo COMMANDER-HF trouxe algumas informações importantes: ao contrário da hipótese colocada inicialmente, percebeu-se que os eventos mediados pela trombina não são os principais responsáveis pelos eventos relacionados com a IC em doentes hospitalizados recentemente devido à patologia. Além disso, percebeu-se que mais do que a mortalidade associada a eventos aterotrombóticos, a IC contribuiu para uma proporção significativa de mortes durante o estudo.</p>
<p>Por outro lado, e para reforçar as conclusões tiradas no estudo COMMANDER-HF, em inúmeras sessões do ESC 2018 foram feitas comparações entre estes resultados e os dados extraídos da subpopulação com IC incluídos no estudo COMPASS. À semelhança do que o Prof. Dr. John Eikelboom fez durante o simpósio “Setting the COMPASS into new directions”, o docente de Cardiologia e cardiologista do Royal Brompton &amp; Harefield NHS Foundation Trust, Prof. Doutor Martin Cowie, apresentou dados do COMMANDER-HF versus COMPASS. Enquanto que no primeiro estudo foram apenas incluídos doentes com IC descompensada (agravamento da IC crónica), no segundo foram avaliados doentes de um subgrupo com IC crónica estável. Ainda assim, quando comparados os resultados em termos redução de AVC e de enfarte do miocárdio, os efeitos do tratamento rivaroxabano são muito semelhantes. Portanto, estes dados reforçam o papel de rivaroxabano na redução dos eventos cardiovasculares por causas aterotrombóticas.</p>
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		<title>Cinco dias de ESC 2018 em dois minutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 12:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na hora da despedida, reunimos em vídeo os melhores momentos vividos a bordo daquele que é o principal evento da Cardiologia a nível mundial. Durante cinco dias, Munique foi palco de um Congresso marcado pela participação maciça e pela intensa partilha de conhecimentos nas diversas áreas da doença cardiovascular. Não fique de fora daquela que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2292" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/09/778faba3e3dc8c6c6db24b403da494ae-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Na hora da despedida, reunimos em vídeo os melhores momentos vividos a bordo daquele que é o principal evento da Cardiologia a nível mundial. Durante cinco dias, Munique foi palco de um Congresso marcado pela participação maciça e pela intensa partilha de conhecimentos nas diversas áreas da doença cardiovascular. Não fique de fora daquela que é a reunião magna da Cardiologia mundial. Assista ao vídeo que junta os instantes mais marcantes do ESC 2018 e uma mensagem especial do Prof. Doutor Jeroen Bax para a Sociedade Portuguesa de Cardiologia.</p>
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		<title>“É um privilégio fazer parte desta grande organização na qualidade de past-president”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 12:06:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No final do ESC 2018, o Prof. Doutor Fausto Pinto, past-president da European Society of Cardiology (ESC), faz o balanço dos dois anos que sucederam a sua presidência, focando a evolução do congresso. O membro do ESC Board 2016 – 2018 menciona ainda que a Cardiologia nacional está bem representada na ESC, pois além da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2290" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/09/7ab716354432ee12f19b58c60471093b-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>No final do ESC 2018, o <strong>Prof. Doutor Fausto Pinto</strong>,<em> past-president</em> da European Society of Cardiology (ESC), faz o balanço dos dois anos que sucederam a sua presidência, focando a evolução do congresso. O membro do <em>ESC Board 2016 – 2018</em> menciona ainda que a Cardiologia nacional está bem representada na ESC, pois além da visibilidade trazida pela sua posição de presidente no biénio 2014-2016, “existem outros colegas portugueses que participam a vários níveis nas tomadas de decisão dentro da Sociedade”.</p>
<p><span id="more-2291"></span></p>
<p>“Verdadeiramente espetacular” foram as palavras usadas pelo <em>past-president</em> para caracterizar a evolução da Sociedade, destacando o Congresso da ESC como a face mais visível do trabalho que tem vindo a desenvolver. “Temos perto de 33 mil participantes, o que reforça aquilo que neste momento é o maior evento na área cardiovascular a nível mundial”.</p>
<p>Sobre o evento salienta, por um lado, a participação de cardiologistas oriundos de países fora da Europa, nomeadamente dos continentes asiático, americano e africano; e, por outro, o papel dinamizador da Sociedade, que permite às várias classes profissionais que se juntam “explorar e ter acesso ao que mais de moderno se faz na área cardiovascular”. Este evento médico e científico assume também características que o especialista considera únicas no mundo e que, no seu conjunto, “consolidam o Congresso como o evento da área cardiovascular”.</p>
<p>É ainda realçada a consolidação da presença portuguesa a nível científico: “Voltámos a ficar no top 15 em termos de submissão de <em>abstracts</em> e aceitação dos mesmos, o que considerando a dimensão da nossa Cardiologia é bastante positivo”. A presença da comunidade cardiológica portuguesa na ESC é também “bastante expressiva e significativa”, com destaque para a participação de jovens cardiologistas nas atividades da Sociedade, o que “faz agourar um bom futuro em termos da participação portuguesa neste tipo de atividades”, que é fundamental para a Cardiologia nacional.</p>
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		<title>Estudo ATTR-ACT: avanços na abordagem terapêutica da miocardiopatia amiloidótica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 11:51:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[miocardiopatia]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante os cinco dias do ESC 2018, foram várias as sessões dedicadas à apresentação de estudos com um importante impacto, tanto na prática clínica como na melhoria do prognóstico e qualidade de vida de pessoas com doença cardiovascular. Em entrevista ao Cardiotalks, o Prof. Doutor Rui Baptista, cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2288" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/09/157c6c6cd616f458d56a6caf427711f8-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Durante os cinco dias do ESC 2018, foram várias as sessões dedicadas à apresentação de estudos com um importante impacto, tanto na prática clínica como na melhoria do prognóstico e qualidade de vida de pessoas com doença cardiovascular. Em entrevista ao Cardiotalks, o <strong>Prof. Doutor Rui Baptista</strong>, cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), menciona o estudo ATTR-ACT como o mais importante avanço científico apresentado, numa população que, até ao momento “não tinha grandes soluções terapêuticas”.&nbsp; Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2289"></span></p>
<p>O ensaio clínico ATTR-ACT, que testa o impacto do tafamidis num conjunto de <em>endpoints</em> clínicos em doentes com miocardiopatia amiloidótica associada à deposição de transtirretina, mereceu o destaque do cardiologista.&nbsp;Pela primeira vez, o estudo demonstrou ser possível reduzir a taxa de progressão da doença numa coorte de doentes com miocardiopatia amiloidótica ATTR, uma doença rara com rápida progressão, o que o Prof. Doutor Rui Baptista considera ser “um facto científico fortíssimo”.</p>
<p>Refere que, no contexto da doença em Portugal, a polineuropatia amiloidótica familiar associada à transtirretina (paramiloidose) – originalmente descrita pelo Dr. Corino de Andrade em 1952 em Portugal – é conhecida e explica as principais características desta forma de doença, sublinhando a possibilidade de elevada taxa de subdiagnóstico de <em>ATTR wild-type</em> em virtude de a doença afetar habitualmente pessoas idosas.</p>
<p>Por fim, afirma que atualmente o CHUC tem disponível o marcador de medicina nuclear específico para esta patologia – o DPD – o que “facilitará em grande medida o diagnóstico destes doentes que, até à data, eram apenas medicados sintomaticamente sem quaisquer intervenções que modificassem o seu prognóstico”.</p>
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		<title>Impacto da iniciação precoce de sacubitril/valsartan em doentes com IC descompensada</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 19:25:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Initiation of sacubitril/valsartan in hospitalized patients with HFrEF after hemodynamic stabilization: baseline characteristics of the TRANSITION study compared with TITRATION and PARADIGM-HF” é o título do poster levado ao ESC 2018 por uma equipa de investigadores, da qual faz parte a Prof.ª Doutora Cândida Fonseca, coordenadora nacional do estudo e do Grupo de Estudo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2286" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/71ab1197965a26d2e4379f8b23c36ebb-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>“Initiation of sacubitril/valsartan in hospitalized patients with HFrEF after hemodynamic stabilization: baseline characteristics of the TRANSITION study compared with TITRATION and PARADIGM-HF” é o título do poster levado ao ESC 2018 por uma equipa de investigadores, da qual faz parte a <strong>Prof.ª Doutora Cândida Fonseca</strong>, coordenadora nacional do estudo e do Grupo de Estudo de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Portuguesa de Cardiologia. Em declarações ao Cardiotalks, a especialista faz uma breve apresentação do estudo TRANSITION que pretendeu demonstrar que era possível iniciar o fármaco sacubitril/valsartan, de forma precoce, “após a estabilização do doente internado com insuficiência cardíaca descompensada”. Assista ao vídeo e conheça os resultados deste trabalho.</p>
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		<title>Portugal com expressão muito forte nas estruturas europeias da Cardiologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 19:05:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na opinião do presidente eleito da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Prof. Doutor Victor M. Gil, a presença portuguesa faz-se sentir não só nos congressos organizados pela ESC, mas também nas “estruturas europeias”, havendo pessoas com “posições muito destacadas” dentro da congénere. Em declarações ao Cardiotalks, o especialista justifica este voto de confiança da Europa com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2284" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/05a977f75c8bd421cf67e35678973f79-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Na opinião do presidente eleito da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, <strong>Prof. Doutor Victor M. Gil</strong>, a presença portuguesa faz-se sentir não só nos congressos organizados pela ESC, mas também nas “estruturas europeias”, havendo pessoas com “posições muito destacadas” dentro da congénere. Em declarações ao Cardiotalks, o especialista justifica este voto de confiança da Europa com “a inteligência e a capacidade de trabalho” dos profissionais de saúde nacionais. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
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		<title>COMMANDER-HF clarifica aspetos relacionados com a insuficiência cardíaca descompensada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 18:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESC 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[esc 2018]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
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					<description><![CDATA[“Baseados nos resultados muito interessantes, quer do ATLAS, quer do COMPASS, a comunidade científica ficou sempre com a ideia de que a inibição da trombina com baixas doses de fator anti-Xa, neste caso, com o rivaroxabano 2,5 mg duas vezes por dia, poderia de certo modo ter implicação na via causal para a descompensação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2282" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/ea82697ed9755e975f3c7d735db2070c-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>“Baseados nos resultados muito interessantes, quer do ATLAS, quer do COMPASS, a comunidade científica ficou sempre com a ideia de que a inibição da trombina com baixas doses de fator anti-Xa, neste caso, com o rivaroxabano 2,5 mg duas vezes por dia, poderia de certo modo ter implicação na via causal para a descompensação da insuficiência cardíaca e para a progressão da doença cardíaca que leva eventualmente à mortalidade cardiovascular”. É desta forma que o <strong>Prof. Doutor Rui Baptista</strong> começa por enquadrar o estudo COMMANDER-HF, apresentado durante o ESC 2018. Em entrevista ao Cardiotalks, o cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra faz uma breve análise ao ensaio clínico cujos resultados permitem compreender melhor a insuficiência cardíaca descompensada e as suas implicações. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2283"></span></p>
<p>Tal como o especialista explica, “o COMMANDER-HF é desenhado com a hipótese de que a adição de 2,5 mg de rivaroxabano, duas vezes por dia, em doentes com cardiopatia isquémica e depressão de função e um internamento recente – menos de 21 dias – por insuficiência cardíaca descompensada”. Ou seja, neste estudo foram incluídos “doentes considerados de mais alto risco com síndrome de insuficiência cardíaca”.</p>
<p>“A verdade é que não houve quaisquer diferenças na incidência do endpoint primário nos dois braços do grupo e, portanto, a hipótese científica de que a inibição da trombina poderia ter papel nesta via causal entre os doentes com síndrome de insuficiência cardíaca com internamento recente e o endpoint cardiovascular, não se prova”, declara o Prof. Doutor Rui Baptista, afirmando ainda que “a hipótese é rejeitada, o que é um dado importante”.</p>
<p>Ainda assim, na perspetiva do cardiologista, os resultados deste estudo mostram que “nesta população de doentes que têm alta após um episódio de insuficiência cardíaca, há uma incidência no final do ensaio clínico de mortalidade cardiovascular que anda à volta dos 20%”, o que “é muito interessante para percebermos que estamos a falar de doentes realmente muito graves”.</p>
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		<title>“Foi uma honra ter sido presidente da ESC”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 07:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESC 2018]]></category>
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		<category><![CDATA[esc]]></category>
		<category><![CDATA[esc 2018]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade europeia de cardiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a sessão de encerramento do ESC 2018, o Cardiotalks teve a oportunidade de falar com o Prof. Doutor Jeroen Bax, presidente cessante da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC), que nos faz o balanço dos dois anos do seu mandato. O cardiologista do Centro Médico da Universidade de Leiden, na Holanda, caracteriza a sua presidência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2280" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/873514e130e46a244b5aae0b135db01f-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Após a sessão de encerramento do ESC 2018, o Cardiotalks teve a oportunidade de falar com o <strong>Prof. Doutor Jeroen Bax</strong>, presidente cessante da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC), que nos faz o balanço dos dois anos do seu mandato. O cardiologista do Centro Médico da Universidade de Leiden, na Holanda, caracteriza a sua presidência como “uma grande experiência” e “sentido de responsabilidade”, mencionando os principais projetos inovadores desenvolvidos durante o biénio 2016-2018. Assista à entrevista em vídeo.</p>
<p><span id="more-2281"></span></p>
<p>O Prof. Doutor Jeroen Bax destaca o Congresso da ESC como o evento em que todos os cardiologistas querem estar presentes, sublinhando que o ESC 2018, em particular, teve uma grande afluência com participantes vindos de todo o mundo.</p>
<p>&#8220;Foram dados importantes passos no conhecimento científico na área das doenças cardiovasculares e foi uma honra ter sido presidente durante estes dois anos”, afirma o Prof. Doutor Jeroen Bax.</p>
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		<title>Envolvimento dos doentes é uma mais-valia na disseminação e implementação das guidelines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 07:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESC 2018]]></category>
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		<category><![CDATA[esc 2018]]></category>
		<category><![CDATA[guidelines]]></category>
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					<description><![CDATA[O envolvimento do doente foi um dos tópicos de debate durante o ESC 2018, sob a moderação do Prof. Doutor Fausto Pinto, diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. O “Patient Engagement Unit” é um motivo de orgulho para o cardiologista, que viu nascer este projeto durante o seu mandato como presidente da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2278" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/dbe05350458c15fa6c802fb686391131-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>O envolvimento do doente foi um dos tópicos de debate durante o ESC 2018, sob a moderação do <strong>Prof. Doutor Fausto Pinto</strong>, diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. O “Patient Engagement Unit” é um motivo de orgulho para o cardiologista, que viu nascer este projeto durante o seu mandato como presidente da Sociedade Europeia de Cardiologia (2014-2016). Em entrevista ao Cardiotalks, o especialista conta como surgiu o projeto. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2279"></span></p>
<p>Com base no modelo “patient-centered”, esta unidade pretende criar uma estrutura dentro da Sociedade Europeia de Cardiologia que desenvolva objetivos estratégicos para a promoção de um maior envolvimento das estruturas que representam os doentes.&nbsp;Esta participação, que se irá centrar principalmente aos níveis da promoção e disseminação, poderá ajudar na implementação e seguimento de <em>guidelines</em>, que demonstraram já proporcionar melhores&nbsp;<em>outcomes</em> para os doentes.</p>
<p>O cardiologista refere que este é um processo que tem vindo a evoluir e a traçar um caminho, sendo “para nós um ponto de honra que as <em>guidelines</em> sejam devidamente disseminadas e devidamente seguidas”, e sublinha como um aspeto positivo a complementaridade entre o ponto de vista médico e a experiência e o conhecimento de grupos de doentes que vivem com a doença que se procura melhorar o tratamento. Embora se encontre ainda em fase de teste, o objetivo desta participação tem como meta final &#8220;a obtenção das melhores <em>guidelines</em> aplicadas da melhor forma possível&#8221;.&nbsp;</p>
<p>Alguns países contam já com a participação de doentes nas <em>guidelines.</em> &#8220;Pensamos que esta área é muito importante não só para as <em>guidelines</em>, mas também para um conjunto de muitas outras atividades que permitem a disseminação do conhecimento e das práticas, passando a mensagem a nível global&#8221;, afirma o Prof. Doutor Fausto Pinto.</p>
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		<title>Dose reduzida de rivaroxabano em doentes com IC: resultados do estudo COMMANDER-HF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 16:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESC 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[commanderhf]]></category>
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		<category><![CDATA[rivaroxabano]]></category>
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					<description><![CDATA[Promovido pela Bayer AG, o simpósio satélite intitulado “COMMANDER-HF: New directions in the management of thrombotic risks in patients with heart failure?” contou com a presença de vários especialistas, incluindo o investigador principal do estudo, Prof. Doutor Faiez Zannad. Em conversa com o Cardiotalks, o diretor do CIC INSERM – CHU (Nancy, França) e docente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2276" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/63955aa9869cf7707ada1662dbfb31e2-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Promovido pela Bayer AG, o simpósio satélite intitulado “COMMANDER-HF: New directions in the management of thrombotic risks in patients with heart failure?” contou com a presença de vários especialistas, incluindo o investigador principal do estudo, <strong>Prof. Doutor Faiez Zannad</strong>. Em conversa com o Cardiotalks, o diretor do CIC INSERM – CHU (Nancy, França) e docente de terapêuticas e Cardiologia explica as razões que levaram ao desenvolvimento deste ensaio clínico, com enfoque para os resultados e o impacto que os mesmos têm na prática clínica de quem acompanha doentes com insuficiência cardíaca e doença arterial coronária. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2277"></span></p>
<p>Para contextualizar o estudo, o Prof. Doutor Faiez Zannad indica que foram incluídos no COMMANDER-HF doentes com insuficiência cardíaca (IC) e doença arterial coronária, sem fibrilhação auricular, após episódio de descompensação da IC. Estes doentes representam um risco elevado de eventos cardiovasculares e de mortalidade.</p>
<p>“Acreditamos que a trombina está envolvida na progressão da insuficiência cardíaca”, afirma o especialista para justificar a hipótese de que a anticoagulação poderia ser útil (em particular o rivaroxabano) no tratamento destes doentes. Diz o Prof. Doutor Faiez Zannad que os investigadores tentaram “seguir muitos mecanismos de ação e muitos outros medicamentos, mas que não funcionaram”.</p>
<p>Desta forma, no estudo COMMADER-HF foi avaliada a dose reduzida de rivaroxabano (2,5 mg duas vezes ao dia) em comparação com o placebo, tendo sido estabelecido como outcome primário de eficácia a redução da mortalidade por todas as causas e a ocorrência de AVC e enfarte do miocárdio.</p>
<p>De acordo com o investigador principal, a utilização desta estratégia produziu um resultado “completamente neutro”, sendo que a mortalidade por todas as causas foi o evento mais frequente, enquanto que “o enfarte do miocárdio e o AVC aconteceram, mas numa taxa mais reduzida”.</p>
<p>“A interpretação simples é: contrariamente à nossa hipótese inicial, o agravamento da IC não está muito relacionado com trombose e com a trombina, e a terapêutica antitrombina não é por isso eficaz neste tipo de situações”, declara o Prof. Doutor Faiez Zannad, referindo ainda que é preciso “conciliar estes resultados com os dados dos estudos COMPASS e ATLAS ACS 2-TIMI 51”, nos quais foram incluídos subgrupos de doentes com IC (mas sem ser numa forma grave e sem ser após hospitalização por descompensação) e também com doença arterial coronária que tiveram benefícios “depois de tratados com rivaroxabano 2,5 mg”.</p>
<p>O especialista conclui chamando a atenção para a necessidade de “avaliar cada doente de acordo com o risco relativo de eventos tromboembólicos versus falência da bomba e os eventos relacionados com a IC”, ou seja, doentes com IC descompensada versus doentes com IC crónica estável, pela diferença no tipo de eventos que atinge cada um destes grupos.</p>
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		<title>Programas específicos de reabilitação cardíaca aumentam a qualidade de vida do doente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 16:12:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[dispositivos]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitacao cardiaca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prof.ª Doutora Ana Abreu, cardiologista do Hospital Santa Marta (CHLC), juntamente com o Dr. Eric Epailly da Universidade de Estrasburgo (França) moderou a sessão Expert Advice dedicada à reabilitação cardíaca após intervenções específicas. Em entrevista ao Cardiotalks, a especialista destaca as principais mensagens da sessão, mencionando os próximos passos para uma melhor reabilitação cardíaca. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2274" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/08/6c16f95e5837b7a15cc22a32eb72fad8-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>A <strong>Prof.ª Doutora Ana Abreu</strong>, cardiologista do Hospital Santa Marta (CHLC), juntamente com o Dr. Eric Epailly da Universidade de Estrasburgo (França) moderou a sessão <em>Expert Advice</em> dedicada à reabilitação cardíaca após intervenções específicas. Em entrevista ao Cardiotalks, a especialista destaca as principais mensagens da sessão, mencionando os próximos passos para uma melhor reabilitação cardíaca. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2275"></span></p>
<p>Atualmente são já conhecidos os critérios e abordagem a seguir para a realização de reabilitação cardíaca. Contudo, nos doentes com insuficiência cardíaca sujeitos a implantação de diversos dispositivos, há necessidade de ter programas específicos que lhes possam ser aplicados.</p>
<p>A moderadora refere que o programa de reabilitação existente é genérico, sendo constituído por vários componentes, entre os quais se inclui o exercício físico, a modificação do estilo de vida, o controlo de fatores de risco e adesão à terapêutica, que têm de ser ajustados às especificidades do doente.</p>
<p>Com esta adaptação do programa de reabilitação cardíaca pretende-se que o doente tenha um acréscimo significativo da qualidade de vida após a implantação de uma válvula, e autonomia na execução de atividades tão simples como “levantar um braço e tirar um copo para beber água”.</p>
<p>Sobre os próximos passos nesta área, a Prof.ª Doutora Ana Abreu refere o desenvolvimento de vários estudos que focam a otimização dos meios disponíveis e de novas estratégias que permitam melhorar a monitorização dos doentes.</p>
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