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	<title>leading the heart &#8211; Health Talks</title>
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	<title>leading the heart &#8211; Health Talks</title>
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		<title>O melhor do Leading the Heart 2019 em imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 12:01:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Decorreu no dia 30 de novembro mais uma edição da reunião Leading the Heart, este ano centrada no tema “Next Generation”. Organizado pela Bayer, este evento contou com um painel de especialistas nacionais e internacionais que, em conjunto, evidenciaram “uma nova era na humanização da Medicina”, a “mudança de paradigma na proteção vascular” e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2436" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/12/9ad74ebcc3d83e86bcc0098026ed5e9f-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Decorreu no dia 30 de novembro mais uma edição da reunião <em>Leading the Heart</em>, este ano centrada no tema “Next Generation”. Organizado pela Bayer, este evento contou com um painel de especialistas nacionais e internacionais que, em conjunto, evidenciaram “uma nova era na humanização da Medicina”, a “mudança de paradigma na proteção vascular” e o que podemos esperar no futuro com os avanços tecnológicos. Fique com alguns dos instantes fotográficos da Conferência que já faz parte da agenda da Cardiologia nacional.</p>
<p><span id="more-2437"></span></p>
<p>“Next meaning”, “Next achievements” e “Next generation” foram os três segmentos da reunião <em>Leading the Heart</em>, desenhada para mostrar o futuro da Medicina cardiovascular, num evento que faz a junção da inovação tecnológica com o avanço no conhecimento científico.</p>
<p>{gallery}LeadingTheHeart2019{/gallery}</p>
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		<title>Estudo COMPASS e a mudança de paradigma na proteção vascular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 11:53:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Leading the Heart 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[O painel de discussão responsável pelo comentário à palestra “Mudar o paradigma na proteção vascular” teve como um dos membros a Dr.ª Sílvia Monteiro. Em declarações ao CardioTalks, a cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra faz um resumo das ideias chave transmitidas durante a sessão, partilhando igualmente alguns dos aspetos que tem em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2434" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/12/83a9554230ed6e6cccfe522a2a4bd53e-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>O painel de discussão responsável pelo comentário à palestra “Mudar o paradigma na proteção vascular” teve como um dos membros a <strong>Dr.ª Sílvia Monteiro</strong>. Em declarações ao <em>CardioTalks</em>, a cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra faz um resumo das ideias chave transmitidas durante a sessão, partilhando igualmente alguns dos aspetos que tem em atenção na sua prática clínica. Assista ao depoimento em vídeo.</p>
<p><span id="more-2435"></span></p>
<p>Tal como a Dr.ª Sílvia Monteiro começa por explicar, “a doença arterial aterosclerótica é uma doença crónica progressiva e imprevisível”, em que “muitas vezes não é possível saber bem quando é que as coisas vão correr mal”. “E, por isso, é fundamental identificarmos quais os doentes que vão beneficiar mais destas estratégias terapêuticas”, sublinha a especialista, acrescentando que a evidência tem mostrado que “o risco é determinado, sobretudo, pelas comorbilidades que o doente apresenta, ou seja, o risco inerente ao próprio doente”.<br />Em linha com as anteriores considerações, a Dr.ª Sílvia Monteiro refere que os doentes que mais beneficiam de “estratégias de terapêutica antitrombótica mais agressiva ou mais intensiva” são “aqueles que têm um alto risco isquémico determinado pela presença não só de doença arterial coronária, mas também doença arterial periférica, doença renal crónica, diabetes”. <br />Ainda assim, a cardiologista defende que “é fundamental o balanço ou o equilíbrio entre risco isquémico e risco hemorrágico”, sendo que, “infelizmente não temos bons scores para determinar o risco hemorrágico, até porque alguns dos que estão disponíveis os fatores de risco hemorrágico são simultaneamente também fatores de risco isquémico”.<br />“Contudo, na minha prática clínica há dois aspetos que tendo a atender sempre com alguma segurança: doentes que tiveram já um evento hemorrágico ou que apresentam valores de hemoglobina baixos – particularmente, valores abaixo de 10 mg/dL – são doentes que, à partida, não devemos arriscar estas estratégias terapêuticas. E doentes que já tiveram uma hemorragia intracraniana ou um AVC hemorrágico, naturalmente, são doentes em que estas terapêuticas estão proibidas”, partilha a Dr.ª Sílvia Monteiro, completando que nos estudos realizados “as hemorragias foram, sobretudo, urológicas e gastrointestinais”, algo que, atualmente, é de fácil resolução graças à evolução nas técnicas de tratamento.<br />Para a Dr.ª Sílvia Monteiro, o “estudo COMPASS veio mudar completamente o paradigma porque chamou a atenção para o elevado risco de uma população com doença coronária”, dita estável e que, “afinal, não é estável, é crónica”. <br />“Temos que olhar para estes doentes com um novo olhar. Um olhar mais agressivo, mais assertivo, porque, de facto, o COMPASS demonstrou que nesta população teoricamente de baixo risco já muito afastada do seu primeiro evento isquémico, demonstrou redução de mortalidade total, para além de redução de todos os eventos cardiovasculares. De facto, resultados muito marcantes que têm que alterar a nossa prática clínica diária”, concluiu.</p>
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		<title>Inteligência artificial e estudo COMPASS: dois exemplos de avanço na Medicina Cardiovascular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 11:46:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho teve um dos papéis principais na Reunião Leading the Heart 2019, enquanto moderador de duas sessões – “Uma nova era na humanização da Medicina” e “Mudar o paradigma na proteção vascular”. O CardioTalks conversou com o cardiologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho que partilhou a sua perspetiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2432" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/12/0555bbe9368a05bff51437bdc1ff702e-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>O <strong>Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho</strong> teve um dos papéis principais na Reunião <em>Leading the Heart</em> 2019, enquanto moderador de duas sessões – “Uma nova era na humanização da Medicina” e “Mudar o paradigma na proteção vascular”. O <em>CardioTalks</em> conversou com o cardiologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho que partilhou a sua perspetiva sobre os dois temas em destaque. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2433"></span></p>
<p>Para o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho, as novas tecnologias podem ser sinónimo de haver “mais tempo para contactar com o doente”, visto que estas “permitem uma mais rápida e uma melhor análise dos dados do doente” e, consequentemente, podem contribuir para uma melhoria da relação médico-doente. <br />Já sobre o ensaio clínico COMPASS, o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho considera que o mesmo “representa um avanço significativo no tratamento da doença coronária” que deixou de ser considerada estável e passou a ser denominada como crónica. Também como avança o cardiologista do CHVNG/E, este estudo demonstrou que, sobretudo, em doentes com “doença vascular periférica, doença multivaso, diabetes ou com algum grau de disfunção renal” há um “benefício muito claro da utilização” da terapêutica com a dose vascular do rivaroxabano. <br />Os resultados do estudo COMPASS levantaram igualmente questões relativamente ao balanço entre a eficácia e o risco hemorrágico, algo que, na perspetiva do especialista “é normal”, já que o que se quer “é uma melhor individualização da terapêutica”, ou seja, que “o doente possa ter o maior benefício com o mínimo risco possível”. Por isso mesmo, o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho defende que a discussão após a sessão foi útil por ter sido centrada na otimização da “utilização desta terapêutica neste tipo de doentes”.</p>
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		<title>Leading The Heart 2019 dá a conhecer a “next generation” na Medicina Cardiovascular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 11:34:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Três edições depois, a reunião anual organizada pela Bayer, Leading the Heart, é já uma referência na agenda da Cardiologia nacional e está associada a alguns dos avanços no conhecimento. Na qualidade de chairman, o Prof. Doutor João Morais refere que o evento é sempre palco para a apresentação de estudos relevantes – este ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2430" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/12/8b072d4f47fa16702f8c7356d2c88ee8-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p>Três edições depois, a reunião anual organizada pela Bayer, <em>Leading the Heart</em>, é já uma referência na agenda da Cardiologia nacional e está associada a alguns dos avanços no conhecimento. Na qualidade de<em> chairman</em>, o <strong>Prof. Doutor João Morais</strong> refere que o evento é sempre palco para a apresentação de estudos relevantes – este ano com o COMPASS em grande destaque – e também de inovações tecnológicas no campo da Medicina Cardiovascular. Em entrevista ao <em>CardioTalks</em>, o diretor do Departamento de Cardiologia do Centro Hospitalar de Leiria faz uma análise aos principais assuntos debatidos. Assista ao depoimento em vídeo.</p>
<p><span id="more-2431"></span></p>
<p>Nas suas declarações, o Prof. Doutor João Morais sublinha “a inteligência e a habilidade” que a Bayer tem tido de “organizar um evento que não se limita apenas a discutir o conhecimento científico que, de alguma forma, dá razão para a reunião”, mas apresenta “outros motivos de interesse”. Segundo o chairman da Reunião, esta foi uma edição “particularmente interessante” pela presença da ideia “da nova geração e da inovação”, trazida pelos participantes internacionais e também nacionais, através da discussão de tópicos como a inteligência artificial ou o hospital do futuro. “O que distingue este evento de outros é exatamente este mix entre a pura ciência e ter tempo para a discutir”, afirma o Prof. Doutor João Morais, acrescentando igualmente “o prazer de ouvir outros temas interessantes”.<br />“Uma nova era na humanização da Medicina” foi um dos assuntos em destaque, apresentado conjuntamente pela Dr.ª Canay Atalay e pelo Dr. Rudy de Waele que aprofundaram alguns dos receios relacionados com o avanço tecnológico. Em comentário a este tema, o Prof. Doutor João Morais refere a necessidade de se admitir que no futuro os computadores poderão ser mais autónomos ainda do que são atualmente. “Mas ainda não estamos nessa fase e, portanto, os computadores, para já, irão fazer aquilo que nós lhes proporcionarmos fazer. E, por isso, cabe a nós, pelo menos nos próximos anos, ainda defender esta ideia de humanização e defender que não podemos ficar apenas na mão dos sistemas informáticos e das máquinas”, declara o médico.<br />Sobre a segunda parte do evento, “Next achievements”, em que se falou da “mudança de paradigma na proteção vascular, o Prof. Doutor João Morais refere que “os resultados do COMPASS vêm cobrir algumas necessidades” não atendidas, lembrando ainda que, atualmente, não existe “nenhuma estratégia antitrombótica adequada na doença arterial periférica”. Assim, o Prof. Doutor João Morais defende que a estratégia de tratamento avaliada no estudo COMPASS – dupla inibição da trombose com a dose vascular de rivaroxabano + aspirina – “obviamente vem cobrir uma necessidade não preenchida”.</p>
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		<title>Estratégia de dupla inibição da trombose na prevenção de eventos em subpopulações de maior risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 10:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leading the Heart 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[O Prof. Doutor Victor Gil fez parte do painel de discussão responsável por comentar alguns dos tópicos apresentados pelo Prof. Doutor Robert Welsh durante a sua palestra “Mudar o paradigma na proteção vascular”. Em entrevista ao CardioTalks, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia considera que o estudo COMPASS foi uma importante fonte de informação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2428" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2019/12/4effff5398b13b476604d4d8450bedfd-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Prof. Doutor Victor Gil</strong> fez parte do painel de discussão responsável por comentar alguns dos tópicos apresentados pelo Prof. Doutor Robert Welsh durante a sua palestra “Mudar o paradigma na proteção vascular”. Em entrevista ao <em>CardioTalks</em>, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia considera que o estudo COMPASS foi uma importante fonte de informação, tendo mostrado que “no universo da doença aterotrombótica”, a estratégia de dupla inibição da trombose é benéfica em “subpopulações de maior risco”. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2429"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Mudar o paradigma na proteção vascular” foi o tema central do segundo segmento da Reunião <em>Leading the Heart</em> 2019, intitulado “Next achievements”. O COMPASS foi um dos estudos abordados pelo cardiologista de intervenção do <em>Mazankowski Albert Heart Institute</em> (Canadá), o Prof. Doutor Robert Welsh, que aprofundou alguns dos resultados deste ensaio clínico que demonstrou as mais-valias do tratamento com a dose vascular de rivaroxabano (2,5 mg duas vezes/dia) + aspirina (100 mg/dia) na prevenção de eventos isquémicos, particularmente em alguns subgrupos de doentes de maior risco isquémico.<br />De acordo com o Prof. Doutor Victor Gil, alguns dos doentes incluídos no estudo COMPASS já tinham tido enfarte do miocárdio, doença coronária e/ou doença arterial periférica, indo ao encontro do já observado no registo REACH “em que havia este conceito da doença coronária, cerebrovascular e periférica como fazendo parte de um todo que é a doença aterotrombótica”. Tal como o presidente da SPC sublinha as subpopulações de maior risco são as que mais beneficiam “com uma estratégia agressiva de tratamento”, ou seja, com a dupla inibição da trombose.<br />Contudo, para concluir, o Prof. Doutor Victor Gil lembra que o foco tem de ser, não só “no problema da aterosclerose e da aterotrombose”, mas sim no conjunto formado pela mudança para estilos de vida saudável, no controlo “muito agressivo dos lípidos” e em outros gestos que, no seu todo, permitirão “um next achievement”.</p>
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		<title>O papel do rivaroxabano na gestão do doente anticoagulado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 16:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leading the Heart]]></category>
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					<description><![CDATA[O aparecimento de novos fármacos com “um perfil de segurança muito atrativo” e “com maior comodidade na posologia”, como é o caso do rivaroxabano, “trouxeram uma abertura diferente na forma de manusear” os doentes anticoagulados. Quem o afirma é o Dr. Francisco Araújo, coordenador do departamento de Medicina Interna do Hospital Beatriz Ângelo, Loures. Assista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2212" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/03/8ee107fb8e11fa27c5eb0c84c03d7dff-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O aparecimento de novos fármacos com “um perfil de segurança muito atrativo” e “com maior comodidade na posologia”, como é o caso do rivaroxabano, “trouxeram uma abertura diferente na forma de manusear” os doentes anticoagulados. Quem o afirma é o<strong> Dr. Francisco Araúj</strong>o, coordenador do departamento de Medicina Interna do Hospital Beatriz Ângelo, Loures. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-2213"></span></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BM7l_l9BW4Q?controls=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O Dr. Francisco Araújo realça que temos uma população cada vez mais envelhecida e polimedicada, onde a anticoagulação é cada vez mais frequente.</p>
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		<title>Leading the Heart 2018 em imagens: na vanguarda da anticoagulação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 15:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa acolheu, no dia 3 de março, a reunião Leading the Heart 2018, uma iniciativa organizada pela Bayer com o objetivo de debater as abordagens inovadoras no setor da Saúde e a vanguarda da anticoagulação. Reveja os melhores momentos do evento na fotogaleria do Cardiotalks. Cerca de 500 profissionais de saúde, desde cardiologistas, intensivistas, cirurgiões, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2210" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/03/e303e2027514497aaa0603a129a3eb42-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Lisboa acolheu, no dia 3 de março, a reunião <em>Leading the Heart 2018</em>, uma iniciativa organizada pela Bayer com o objetivo de debater as abordagens inovadoras no setor da Saúde e a vanguarda da anticoagulação. Reveja os melhores momentos do evento na fotogaleria do Cardiotalks.</p>
<p><span id="more-2211"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 500 profissionais de saúde, desde cardiologistas, intensivistas, cirurgiões, internistas, médicos de Medicina Geral e Familiar, entre outros, não deixaram de estar presentes nesta reunião, que procurou debater os desafios atuais da Medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">{gallery}Leading the Heart 2018{/gallery}</p>
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		<title>Doença cardiovascular estável: o que é que o  COMPASS nos traz de novo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 15:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leading the Heart]]></category>
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					<description><![CDATA[“Um estudo muito importante que pode vir a alterar a prática clínica”. É desta forma que o Prof. Doutor Martin Cowie, cardiologista do Royal Brompton Hospital, Reino Unido, descreve o estudo COMPASS, sintetizando, em entrevista ao Cardiotalks, as mais-valias avançadas por esta investigação. Assista ao vídeo. O Prof. Doutor Martin Cowie realça que o estudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Um estudo muito importante que pode vir a alterar a prática clínica”. É desta forma que o <strong>Prof. Doutor Martin Cowie</strong>, cardiologista do Royal Brompton Hospital, Reino Unido, descreve o estudo COMPASS, sintetizando, em entrevista ao Cardiotalks, as mais-valias avançadas por esta investigação. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2209"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Prof. Doutor Martin Cowie realça que o estudo foi interrompido precocemente, mostrando que a dose de 2,5 mg de rivaroxabano (duas vezes por dia) em combinação com a dose de 100 mg de aspirina (uma vez por dia) reduz a morte cardiovascular, o risco de AVC e de enfarte do miocárdio; aumenta o risco de hemorragia&nbsp;<i>major</i>, sem um aumento significativo da hemorragia fatal, intracraniana ou dos órgãos (hemorragias severas); e proporciona um benefício clínico NET.</p>
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		<title>Leading the Heart 2018 discute como enfrentar os desafios do presente, olhando para o futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leading the Heart]]></category>
		<category><![CDATA[bayer]]></category>
		<category><![CDATA[inspiring collaboration]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Inspiring Knowledge&#8221;,&#8221;Inspiring Collaboration&#8221;, &#8220;Inspiring Change&#8221;. Foram estes os três grandes desafios colocados aos participantes da reunião Leading the Heart 2018, que, através de um painel de reputados especialistas nacionais e internacionais, procurou discutir os desafios atuais da Medicina, através de uma perspetiva futurista. Assista ao vídeo da entrevista com o Prof. Doutor Fausto Pinto, chairman [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Inspiring Knowledge&#8221;,&#8221;Inspiring Collaboration&#8221;, &#8220;Inspiring Change&#8221;. Foram estes os três grandes desafios colocados aos participantes da reunião <i>Leading the Heart 2018</i>, que, através de um painel de reputados especialistas nacionais e internacionais, procurou discutir os desafios atuais da Medicina, através de uma perspetiva futurista. Assista ao vídeo da entrevista com o <strong>Prof. Doutor Fausto Pinto</strong>, <i>chairman</i> da reunião.</p>
<p><span id="more-2208"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na era da globalização, a colaboração é “fundamental” para “o avanço do conhecimento e para o progresso científico”, sublinha o Prof. Doutor Fausto Pinto.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Comunicação e prosperidade: os requisitos chave para aumentar a colaboração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 14:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leading the Heart]]></category>
		<category><![CDATA[bayer]]></category>
		<category><![CDATA[inspiring collaboration]]></category>
		<category><![CDATA[leading the heart]]></category>
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					<description><![CDATA[A reunião Leading the Heart 2018 contou com a presença do Dr. Joel Selanikio, premiado médico pediatra do MedStar Georgetown University Hospital, EUA. O especialista procurou explicar que o avanço da comunicação e da prosperidade veio aumentar a colaboração no campo médico-científico, primeiro no Oeste, estando agora a caminhar para outros cantos do mundo, nomeadamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2206" src="https://healthtalks.newsfarma.pt/wp-content/uploads/2018/03/b320775de3c297425b69dccc362220a9-2-2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">A reunião <i>Leading the Heart 2018</i> contou com a presença do <strong>Dr. Joel Selanikio</strong>, premiado médico pediatra do MedStar Georgetown University Hospital, EUA. O especialista procurou explicar que o avanço da comunicação e da prosperidade veio aumentar a colaboração no campo médico-científico, primeiro no Oeste, estando agora a caminhar para outros cantos do mundo, nomeadamente para a China. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-2207"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/czCzz-38XIk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O Dr. Joel Selanikio defende que “estamos a aproximar-nos de uma era de ouro para colaboração, muito por causa da tecnologia e da prosperidade crescente do mundo geral”.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>COMPASS: a “abertura de uma nova avenida para a prática clínica e para a investigação”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 14:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leading the Heart]]></category>
		<category><![CDATA[bayer]]></category>
		<category><![CDATA[compass]]></category>
		<category><![CDATA[leading the heart]]></category>
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					<description><![CDATA[O estudo COMPASS “é a abertura de uma nova avenida para a prática clínica e para a investigação”. As palavras são do Prof. Doutor João Morais, chairman da reunião Leading the Heart 2018, que reforça a importância dos dados positivos avançados por este estudo, nomeadamente na redução da mortalidade e do acidente vascular cerebral (AVC) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O estudo COMPASS “é a abertura de uma nova avenida para a prática clínica e para a investigação”. As palavras são do <strong>Prof. Doutor João Morais</strong>, <i>chairman</i> da reunião <i>Leading the Heart 2018</i>, que reforça a importância dos dados positivos avançados por este estudo, nomeadamente na redução da mortalidade e do acidente vascular cerebral (AVC) em doentes estáveis. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-2205"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) sublinha que o estudo COMPASS abriu “um novo horizonte”, trazendo consigo a necessidade de novas discussões, no sentido de “perceber quais os doentes adequados, durante quanto tempo devem fazer a terapêutica, quando iniciar a terapêutica”.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O desafio da comunicação entre o médico e o doente na era das novas tecnologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 14:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leading the Heart]]></category>
		<category><![CDATA[bayer]]></category>
		<category><![CDATA[inspiring collaboration]]></category>
		<category><![CDATA[leading the heart]]></category>
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					<description><![CDATA[A colaboração entre médico e doente “é essencial”, porque vai contribuir para que o doente adira “melhor às recomendações”, esteja “mais vocacionado para alterar os seus hábitos de vida” e “cumpra com a medicação”, explica o Dr. Daniel Ferreira. Na era das novas tecnologias, onde a informação está à distância de um clique, o cardiologista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A colaboração entre médico e doente “é essencial”, porque vai contribuir para que o doente adira “melhor às recomendações”, esteja “mais vocacionado para alterar os seus hábitos de vida” e “cumpra com a medicação”, explica o <strong>Dr. Daniel Ferreira</strong>. Na era das novas tecnologias, onde a informação está à distância de um clique, o cardiologista defende que os médicos têm novos desafios e devem “adaptar-se aos novos tempos”. Assista ao vídeo.</p>
<p><span id="more-2204"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador de Cardiologia Clínica do Departamento de Cardiologia do Hospital da Luz Lisboa sublinha também a importância da colaboração entre médicos na gestão dos doentes, nomeadamente quando se tratam de doentes que necessitam da abordagem de várias especialidades médicas.</p>
]]></content:encoded>
					
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